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Município de Barcelos é o primeiro do distrito e o quarto a nível nacional melhor gerido

A Câmara Municipal de Barcelos está na quarta posição do ranking dos maiores municípios nacionais no que respeita à eficiência financeira e o primeiro no distrito de Braga, na média dos anos 2010 a 2013. Quem o diz é o Anuário Financeiro das Autarquias Locais, um estudo feito por especialistas independentes relativo ao ano de 2013, que também coloca o Município de Barcelos em décimo lugar no ranking dos grandes municípios portugueses no que toca à eficiência financeira no ano de 2013.

O anuário vem assim confirmar que o Município de Barcelos está no bom caminho em termos de gestão recursos financeiros, numa lógica de execução orçamental assente no ajustamento da receita, mas, ao mesmo tempo, sem asfixiar o desenvolvimento do concelho, em tempos de dificuldades para famílias e empresas.

“Este executivo desenvolveu um modelo de gestão económico e financeiro que tem em linha de conta a realidade das finanças do município, que tem sofrido diminuição nas transferências do Orçamento de Estado nos últimos anos, como também com a redução das receitas do Município”, sublinha Miguel Costa Gomes, presidente da autarquia de Barcelos, para justificar a classificação atribuída pelo Anuário Autárquico.

Para o Presidente da Câmara, a performance obtida “mostra que o trajeto definido em 2009 foi o mais acertado”, passando por “critérios mais rigorosos no controlo da despesa” e pela “inversão da tendência galopante do aumento da dívida municipal, de curto e de médio e longo prazo”.

“O resultado está à vista”, constata Miguel Costa Gomes, orgulhoso por este executivo ter, entre outros aspetos, reduzido o prazo de pagamento a fornecedores de 150 dias (em 2009) para os atuais 30 dias, reduzido a dívida de longo prazo em cerca de 40% e ter realizado uma execução orçamental na ordem dos 90%.prazo.

A posição de Barcelos é também o resultado, segundo Miguel Costa Gomes, de “um modelo de investimento descentralizador, que transfere competências para as freguesias”, acompanhadas de um envelope financeiro corresponde a 200 por cento do valor que estas recebem do Fundo de Financiamento das Freguesias.

 

“Sempre defendemos que os presidentes de Junta são o elo privilegiado de ligação aos cidadãos”, diz o presidente da Câmara, justificando assim a política em vigor de dar mais autonomia e eficiência às freguesias do concelho.

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